• Debate do Imirante tem participação reduzida e confronto entre candidatos

    O debate promovido pelo Sistema Mirante nesta quinta-feira (3) começou com apenas três dos oito candidatos ao Governo do Maranhão. Participaram André Luís (Missão), Felipe Camarão (PT) e Saulo Arcangeli (PSTU).

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    Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB), Roberto Rocha (PRTB), Reginaldo Lima (PCB) e Dimas Cassimiro (PCO), que também haviam sido convidados, não compareceram ao encontro.

    Dimas Cassimiro chegou a confirmar presença, mas não participou. A assessoria de Reginaldo Lima informou que o candidato cumpria compromissos de campanha fora do estado. Roberto Rocha também comunicou previamente que não participaria.

    Eduardo Braide informou por telefone que não iria ao debate, mas, segundo a organização, não apresentou uma justificativa. Orleans Brandão também não compareceu e não apresentou explicações, embora a agenda de campanha indique compromissos do candidato em Imperatriz.

    PRIMEIRO BLOCO

    Entre os candidatos presentes, os primeiros momentos do debate foram marcados por questionamentos e confronto. Saulo Arcangeli e André Luís cobraram Felipe Camarão sobre a nomeação de João Bosco para um cargo comissionado na Secretaria de Estado da Educação, em 2021, quando Camarão comandava a pasta.


    Bosco foi assassinado a tiros em agosto de 2022, no edifício Tech Office, em São Luís. Durante o debate, Saulo lembrou que Camarão foi responsável pela nomeação e cobrou explicações sobre o episódio.

    André Luís também questionou o candidato do PT sobre a nomeação. O tema acabou provocando um dos primeiros confrontos do debate, com os candidatos presentes trocando críticas e cobranças sobre o episódio.

    Durante o debate, Saulo Arcangeli e André Luís também lembraram que Felipe Camarão é o atual vice-governador do Maranhão e integra a atual gestão estadual. Saulo questionou a atuação e as responsabilidades do petista no governo e criticou as recentes manifestações de Camarão contra a chamada “oligarquia Brandão”. O candidato do PSTU questionou por que Camarão, enquanto integrante do governo, não teria se posicionado ou denunciado, na época, a nomeação de Orleans Brandão.

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